Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

          Rua Capitão Salomão, 36 - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22271-040 - Tel: (21) 2579-2227

Informe SINDHRIO
Edições   Assine




Clipping

JB Online: Pacientes que necessitam de tratamento em oxigenoterapia têm solução

Folha de S. Paulo: Fabricante do Botox recebe multa de US$ 600 milhões

Portal Segs: Difícil de ser diagnosticada, Síndrome da Bexiga Dolorosa já possui tratamento efetivo

Saúde Business Web: Cade aplica multa recorde de R$ 3 bi ao “cartel de oxigênio"

CFM declara posição sobre greve de médicos residentes

CFM mantém como prioridade a fixação de regras na relação entre médicos e empresas

Hospital turbinado

Residentes entram em greve e fazem protesto

TJ proíbe reajuste pára idosos da Omint, no Rio

Contribuição sindical

 
Folha: Viver custa caro PDF Imprimir E-mail
Carlos Heitor Cony

     RIO DE JANEIRO - Nos planos de Deus, a vida seria de graça. Mas, depois daquela história da maçã, o homem foi condenado a comer o pão regado com o suor do rosto. E a mulher, a parir seus filhos com dor. Tanto o parto como o pão custam caro. Poderiam ser mais baratos, mas a engrenagem social também custa caro, o ginecologista cobra e o padeiro também cobra. E todos acabam pagando.
     Piores são os governos federal, estadual e municipal, que também custam os olhos de nossa cara e de nosso bolso. A saúde pública e a Previdência Social, apesar de custarem caríssimo, mal conseguem verbas para custear sua estrutura burocrática, que, além de cara, é problemática.
     Daí que o povo paga e não bufa. Morre-se facilmente quando se é pobre. Rico também morre, quando chega sua hora. Mas o pobre geralmente morre mal e muitas vezes fora de hora.
     As doenças crônicas, por serem crônicas, devem ser cronicamente tratadas. A falta de dinheiro, que também é crônica para a maioria, não apenas atrapalha como agrava o problema.
     Há males que pedem medicação permanente: as doenças do coração, o câncer, a Aids, o diabetes. Em todas elas, a preocupação com o custo do tratamento funciona como um complicador, que retarda ou torna impossível a cura.
     Os laboratórios produzem os medicamentos com uma taxa de risco que aumenta o preço dos produtos. As farmácias, que recebem esses produtos para vender, costumam aumentar os preços por conta própria. O consumidor final não pode estrilar. É pagar ou morrer. Termina a vida pagando e morrendo.
     Em todo o caso, há uma lei compensatória nisso tudo. O presidente da República já estava no avião para ir a Davos e foi tirado de bordo por causa da pressão alta. Acredito que não tenha pago nada, tudo fica por conta da mordomia do Estado.

04/02/10
 
< Anterior   Próximo >
 
Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Município do Rio de Janeiro - SINDHRIO